Quem não deseja uma vida simples,
plena de amor e liberdade?

Mas como encontrar o caminho de volta para a simplicidade na volúvel sociedade pós-moderna, onde a complexidade parece onipresente e as coisas essenciais são confundidas e substituídas por sombras e aparências? O autor nos explica que não existe caminho de volta para a primeira simplicidade, aquela que existe na zona da ignorância e da inocência, mas nos oferece caminhos traçados pela Ciência, pela Filosofia e pela Arte para uma Segunda Simplicidade, que existe adiante de nós, feita de sabedoria e de transcendência.

Autoconhecimento

Cada pessoa precisa acertar as contas consigo mesma, perdoar-se, resolver-se, reconciliar-se com a vida, deslindar seus complexos, encontrar, em si, uma segunda simplicidade e ir além, transcendendo-se, ampliando a consciência até o Infinito.

Educação

Uma educação que não desperte a sensibilidade, que não desenvolva as forças de caráter, que não abra ao aluno os leques de suas próprias inteligências e talentos, que não o situe no mundo para cumprir um propósito nobre pelo uso de sua capacidade criativa, sem jamais perder o senso crítico e autonomia de pensamento, não pode ser chamada de educação. É, no máximo, o que se convencionou chamar de ensino. Ensino temos muito, Educação temos bem pouca.

Política

Proponho que tanto o Capital quanto o Estado sejam colocados a serviço da maturação psicológica, do crescimento moral, do desenvolvimento da sensibilidade, da maturidade emocional, do desenvolvimento cognitivo, da evolução afetiva e espiritual das pessoas. Parece utopia, no entanto é a única coisa certa a ser feita, e nós sabemos disso.